domingo, 6 de setembro de 2020
Lista | Quinze belos filmes originais que completam 30 anos em 2020
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Avesso aos holofotes, mas jamais esquecido, Macaulay Culkin completa 40 anos em paz com o seu turbulento passado
quarta-feira, 1 de julho de 2020
Artigo | Os 104 anos de Olivia de Havilland, a atriz que desafiou a indústria do cinema (e ganhou!)
segunda-feira, 22 de junho de 2020
Luto | Diretor de Os Garotos Perdidos e Batman Eternamente, Joel Schumacher morre aos 80 anos
domingo, 21 de junho de 2020
Artigo | Os 40 anos de A Lagoa Azul, o filme evento das sessões da tarde nos anos 1990
terça-feira, 16 de junho de 2020
Por Onde Anda? | Christopher Atkins
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Doze cativantes romances dos anos 1980 para embalar este Dia dos Namorados
terça-feira, 2 de junho de 2020
Lista | Quinze Grandes Filmes sobre o Horror do Fascismo
Não basta não ser racista, precisamos ser antirracistas. Não basta não ser fascista, precisamos ser antifascistas. É dever de qualquer um que preze pela liberdade e pela democracia reagir a ascensão de alguns perigosos discursos. Sou da tese que precisamos instruir, coibir a repressão na base do diálogo. Alguns, infelizmente, simplesmente estão seguindo os seus distorcidos princípios. Vejo muita gente, porém, endossando "falsas verdades" na base da ignorância, sem sequer desconfiar da raiz de tudo isso. A história, como sabido, se dá em ciclos e nós temos que nos posicionar contra qualquer resquício de totalitarismo. Não podemos nos cegar. O cinema, por sinal, está ai para nos mostrar a verdade. Neste dia de tamanha mobilização preparei uma lista com quinze filmes indispensáveis para enxergarmos o horror do fascismo. É o mínimo num momento tão confuso e indignante. Sentiu falta de algum título? Conhece outro filme que poderia acrescentar ao post? Deixe nos comentários.
domingo, 31 de maio de 2020
Artigo | Os 90 anos de Clint Eastwood, o Estranho Sem Nome que o Mundo do Cinema Aprendeu a Amar
“Eu Amo o que eu faço”. Com base nesta afirmação, em entrevista recente ao USA Today, fica fácil entender a origem do vigor de Clint Eastwood. Por mais que o peso da idade seja um obstáculo, o legendário realizador completa 90 anos no auge da sua forma. Seus filmes são vistos. Seu público segue fiel. A sua assinatura crítica segue implacável. Basta olhar os seus últimos trabalhos, o subestimado A Mula (2017) e o ótimo Richard Jewell (2019), para percebermos que estamos diante de um cineasta destemido, com um olhar aguçado para a realidade. Alguém capaz de se apropriar de símbolos americanos tão caros para questionar. Tudo com muita personalidade. Ao contrário dos seus mais icônicos personagens, homens embrutecidos e moralmente ambíguos dispostos a resolver tudo na base da bala, Eastwood se revelou com o passar dos anos um diretor sensível e extremamente humano. Um autor encantado pela bravura do indivíduo comum, seja um caubói traumatizado, uma pugilista obstinada, um idoso racista ou uma mãe desesperada. Eastwood, talvez pela sua própria experiência de vida, se acostumou a valorizar as pequenas histórias. Antes de se tornar um ícone, ele conviveu rotineiramente com o não, com o descrédito e com a rejeição. Durante muito tempo ele foi literalmente um estranho sem nome dentro da sua indústria.
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Artigo | Referência na comédia americana, Tina Fey completa 50 anos com disposição para seguir quebrando paradigmas
A comédia sempre foi um ambiente desafiador para as mulheres. A falta de oportunidades, a estereotipização e a desigualdade foi durante algum tempo um problema sentido. O protagonismo feminino dentro do segmento sempre foi conseguido por elas na base da marra. Lucille Ball, por exemplo, para se livrar das amarras dos produtores\estúdios, criou a sua própria companhia e revolucionou a forma de se pensar a comédia na televisão. No Brasil, Dercy Gonçalves conviveu com o preconceito e a desvalorização. E foi assim como Betty White, com Whoopi Goldberg, com Carol Burnett, com Gilda Radner. Com todas aquelas que ousaram brigar por protagonismo. Uma comediante, porém, tem ajudado a mudar este cenário. Uma comediante resolveu escrever a sua própria história. Literalmente. O nome dela é Tina Fey. Mais do que uma referência absoluta no gênero, a atriz e roteirista quebrou paradigmas ao longo da sua trajetória. No Cinema e na TV, ela se posicionou na vanguarda simplesmente por disputar o seu espaço, por criar, por liderar, por inspirar. No dia em que Tina Fey completa 50 anos, nada mais justo do que reverenciar esta realizadora. Uma peça fundamental no processo de empoderamento feminino dentro da comédia americana.



















