terça-feira, 23 de agosto de 2016

Do Fundo do Baú (Louca Obsessão)

Inspirado num das mais celebradas obras do escritor Stephen King, Louca Obsessão encontra numa instável fã o terreno fértil para a construção de uma das mais memoráveis antagonistas da história recente do cinema. Dirigido pelo versátil Rob Reiner (Conta Comigo, A Princesa Prometida), o longa cumpre a sua missão no que diz respeito a construção da atmosfera de tensão, potencializada pela primorosa atuação de Kathy Bates, pela sufocante premissa e pela invejável dose de sarcasmo contida neste inspirado suspense. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Esquadrão Suicida ultrapassa a barreira dos US$ 500 milhões nas bilheterias

Sem a mesma sorte, o novo Ben Hur tem uma estreia pífia nos EUA


Líder pelos terceiro final de semana consecutivo nas bilheterias norte-americanas, Esquadrão Suicida ultrapassou a barreira dos US$ 500 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Impulsionado pelos US$ 20,8 milhões conquistados nos últimos três dias nos EUA, o longa dirigido por David Ayer já soma US$ 575 milhões mundialmente, sendo US$ 262 milhões somente em solo norte-americano. Mesmo recebido de maneira negativa pela crítica, confira a nossa opinião aquic, o filme estrelado por Will Smith, Margot Robbie, Jared Leto e Viola Davis vem trilhando um caminho expressivo nas bilheterias, principalmente se lembramos que a nova aposta da DC teve o seu lançamento vetado no rentável mercado chinês. No Brasil, segundo o site Box Office Mojo, Esquadrão Suicida faturou até o momento espetaculares US$ 22 milhões, só ficando atrás do US$ 28,7 milhões arrecadados no Reino Unido internacionalmente. Quem não teve a mesma sorte, porém, foi o remake do épico Ben-Hur. Dirigido pelo russo Timur Bekmambetov (O Procurado, Abraham Lincoln) o longa estrelado por Jack Huston, Toby Kebbell e pelo brasileiro Rodrigo Santoro estreou faturando desastrosos US$ 22 milhões ao redor do mundo, sendo ridículos US$ 11,3 milhões nos EUA, um resultado inicial preocupante para uma produção de orçamento de US$ 100 milhões. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Esquadrão Suicida

Nova proposta, velhos problemas


Obrigada a repensar a sua estratégia após as pesadas críticas em torno do instável Batman Vs Superman, a Warner resolveu apostar numa mudança drástica. E pra pior. Vendido brilhantemente ao longo do último ano, vide os espetaculares trailers e os curiosos relatos dos bastidores, Esquadrão Suicida decepciona ao repetir a maior parte dos erros do seu antecessor. Apesar da proposta mais pop e bem humorada funcionar, o longa dirigido e roteirizado por David Ayer esbarra no seu próprio descompromisso, subaproveitando os conflitos dos seus carismáticos anti-heróis em prol de uma premissa rasa e carente de personalidade. Pra piorar, como se não bastassem os já recorrentes problemas de tom, o realizador falha grosseiramente no que diz respeito ao aspecto visual, principalmente nas genéricas sequências de ação, o que só eleva o grau de frustração em torno deste aguardado blockbuster. Menos mal que, mesmo à mercê de um argumento desastroso, o talentoso elenco absorve com energia a excentricidade dos seus personagens, escancarando todo o potencial inexplorado por trás deste divertido grupo de super vilões. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Jason Bourne

Agora a parada é familiar

Inserido num contexto bem mais atual, Jason Bourne volta a ativa numa continuação segura e novamente tensa. Mesmo fiel à estrutura narrativa dos dois últimos longas da série, o que reduz o senso de ineditismo em torno da película, o diretor Paul Greengrass é perspicaz ao adicionar novos ingredientes a esta sequência, a maioria deles envolvendo o pano de fundo cibernético e a discussão sobre os limites da vigilância virtual. Além disso, o realizador é cuidadoso ao inserir o letal ex-agente numa conspiração mais familiar, reciclando algumas peças do quebra-cabeça original ao construir uma trama mais intimista e reveladora. E isso, obviamente, sem abdicar das nervosas cenas de ação, do ritmo praticamente incessante e da intensidade física\emocional do astro Matt Damon.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Cinemaniac Indica (Orgulho e Esperança)

Como é bom ser surpreendido com um excelente filme. Indicado ao Globo de Ouro na categoria Melhor Comédia ou Musical, Orgulho é Esperança é uma película completa e indispensável. Conduzido com extrema sensibilidade pelo desconhecido Matthew Warchus, o longa propõe uma poderosa mensagem de integração sem abdicar do entretenimento, investindo numa abordagem repleta de sentimentos ao narrar um episódio no mínimo curioso envolvendo o movimento sindical britânico. Transitando do humor ao drama com enorme precisão, o realizador passeia por uma série de espinhosos temas com enorme espontaneidade, escancarando alguns dos mais enraizados preconceitos ao acompanhar os bastidores da união entre um determinado grupo de ativistas LGBT e um pacato sindicato de mineradores galeses. 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Do Fundo do Baú (Meu Ódio será a sua Herança)

Sujo, brutal e degradante, Meu Ódio Será a sua Herança redefiniu o gênero Western ao colocar em cheque algumas das fórmulas que Hollywood ajudou a popularizar. Esqueça os caubóis idealistas, os gestos altruístas e os vilarejos inocentes. Sob a virtuosa batuta de Sam Peckinpah, o longa recria o "velho oeste" de maneira bem mais hostil e amoral, um cenário ameaçador composto por personagens multidimensionais e conflitos em sua essência individualistas

terça-feira, 26 de julho de 2016

No Dia dos Avós confira uma lista com alguns dos velhinhos mais cativantes das telonas


E nesta terça-feira (26) comemoramos mais um Dia dos Avós, uma data geralmente muito celebrada por filhos e netos. Trazendo a voz da experiência, os avós frequentemente se destacam também nos cinemas, ganhando personagens fortes e extremamente adoráveis. Em homenagem a esta importantíssima data, vamos lembrar de alguns dos mais cativantes vovôs e vovós do cinema. E aproveitando o tema, confira também o nosso especial sobre as dez "velhinhas" mais carismáticas da sétima arte.

sábado, 23 de julho de 2016

Sensacional! Warner divulga os trailers do filme solo da Mulher Maravilha e da Liga da Justiça

E teve ainda o trailer estendido de Esquadrão Suicida


Foi divulgado agora a pouco o espetacular primeiro trailer de Mulher Maravilha, prévia apresentada há poucos minutos na Comic Con 2016. Recheado de humor, empolgantes sequências de ação e muito 'girl power', a prévia apresenta a colorida ilha de Themyscira, uma série de cenas de guerra e introduz também a relação entre Diana Prince e o seu parceiro Steve Trevor. Estrelado por Gal Gadot, Chris Pine e Robin Wright, o longa dirigido por Patty Jenkins (Monster) tem previsão de estreia para o dia 1º de Junho de 2017. Confira abaixo o excelente vídeo. 

 

Esse ano a Warner não economizou mesmo na Comic Con 2016. Como se não bastasse o trailer do filme solo da Mulher Maravilha, o estúdio surpreendeu ao apresentar o revelador teaser trailer de A Liga da Justiça, novo longa do diretor Zack Snyder. Na prévia, dando sequência aos episódios de Batman Vs Superman, Bruce Wayne decide reunir uma super-equipe e se encontra com o imponente Arthur Curry (Aquamen) e o hilário Barry Allen (Flash). Além disso, o trailer apresenta os super-heróis em ação, com trajes e tudo, em sequências mais leves e empolgantes. Ao que parece, Snyder não vai repetir o tom sombrio do seu sisudo último filme. Estrelado por Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher Maravilha), Henry Cavill (Superman, que não dá as caras nesta prévia), Jason Momoa (Aquamen), Ray Fisher (Ciborgue) e Ezra Miller (Flash), A Liga da Justiça tem previsão de estreia para o dia 16 de novembro de 2017. Assista o teaser abaixo. 



Por fim, a Warner soltou uma prévia estendida do aguardado Esquadrão Suicida. Recheado de sequências inéditas, o trailer de 3 min e 19 seg se aprofunda nos personagens sem revelar muito e mostra o quão 'bad-ass' será a sensacional Arlequina. Estrelado por Will Smith, Jared Leto, Margot Robbie, Viola Davis, Joel Kinnaman e Jai Courtney, Esquadrão Suicida estreia no próximo dia 4 de agosto. Assista abaixo. 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

A Lenda de Tarzan

Mesmo com problemas, longa apresenta uma releitura que funciona

Longe de ser um filme memorável, A Lenda de Tarzan foge do lugar comum ao apresentar uma interessante releitura envolvendo os clássicos contos do escritor Edgar Rice Burroughs. Dirigido pelo competente David Yates (Harry Potter e a Ordem da Fênix), o longa alimenta um inegável ineditismo ao tomar como ponto de partida o desfecho da história original, mostrando o destino deste icônico personagem no período pós-ressocialização. Numa sacada realmente criativa, o realizador inglês propõe uma bem vinda inversão ao desvendar a essência selvagem do agora polido protagonista, encontrando no "bombado" Alexander Skarsgård o talento necessário para tornar crível o misto de nobreza e ferocidade do novo Tarzan. Na ânsia de atualizar este popular conto, no entanto, Yates se rende a um datado tom aventureiro, reduzindo alguns conflitos mais íntimos em prol das escapistas sequências de ação e do apressado clímax. Ainda assim, apesar do potencial dramático desperdiçado, A Lenda de Tarzan funciona enquanto entretenimento, impulsionado pelo carismático elenco, pela detalhista direção de arte e pelos inúmeros predicados digitais.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

O Dia do Amigo e as novas amizades do Cinema


Cansado de assistir Conta Comigo, Thelma e Louise e Um Sonho de Liberdade? Neste Dia do Amigo você veio ao lugar certo. Para celebrar esta singela data, o Cinemaniac resolveu dar um F5 na lista e trazer novos filmes sobre amizade. Como de costume aqui no blog, a intenção é listar alguns filmes menos populares, daqueles que por vezes passam despercebidos aos olhos do grande público. Até por isso, deixarei de fora alguns dos títulos mais conhecidos lançados nos últimos anos, como os aclamado Intocáveis (2011), o hilário Missão Madrinha de Casamento (2011), o sensível As Vantagens de Ser Invisível (2012), o incorreto Ted (2012) e o pueril Cidades de Papel (2015). Desta forma, começamos com...


terça-feira, 19 de julho de 2016

Cinemaniac Indica (D.U.F.F)

Descolada, divertida e despretensiosa, D.U.F.F é uma comédia-romântica que funciona. Inspirado nos clássicos oitentistas de John Hughes, a mente por trás dos populares Gatinhas e Gatões (1984), Clube dos Cinco (1985) e A Garota de Rosa Shocking (1986), o longa dirigido por Ari Sandel atualiza os conflitos do universo 'high school' ao acompanhar as desventuras sentimentais de uma carismática adolescente em crise. Mesmo previsível e recheado de clichês, D.U.F.F cativa ao brincar com os dilemas sociais enfrentados por uma geração conectada via internet, encontrando no talento da talentosa Mae Whitman o misto de ingenuidade e personalidade necessários para dar corpo a esta apaixonante protagonista. 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Remake de Sete Homens e um Destino ganha um empolgante novo trailer


Foi divulgado nesta segunda-feira a mais nova prévia de Sete Homens e um Destino, remake do clássico Western sessentista estrelado por Yul Brynner, Eli Wallach, Steve McQueen e Charles Bronson. Dirigido por Antoine Fuqua, o longa capitaneado por Denzel Washington, Chris Pratt e Ethan Hawke acompanhará a missão de um grupo de justiceiros dispostos a livrar um pequeno vilarejo da opressão imposta por um tirânico fazendeiro. Ao som da excelente 'House Of The Rising Sun', a prévia apresenta os sete magníficos e introduz também o vilanesco personagem interpretado por Peter Sarsgaard. Sete Homens e um Destino tem estreia prevista para o dia 22 de setembro. Confira abaixo o empolgante novo trailer.


domingo, 17 de julho de 2016

Boo haters! Caça-Fantasmas alcança números satisfatórios em sua estreia nos EUA


O pior, definitivamente, não aconteceu. Dono do trailer mais rejeitado da história do You Tube, o novo Caça-Fantasmas (confira a nossa opinião aqui) alcançou números satisfatórios em sua estreia nos EUA. Apesar das "incertezas comerciais" em torno da escalação de um quarteto totalmente feminino, o remake dirigido por Paul Feig conseguiu interessantes US$ 46 milhões nos últimos quatro dias, se tornando assim a maior abertura da carreira deste talentoso realizador. À critério de comparação, os rentáveis A Espiã que Sabia de Menos (2015), As Bem Armadas (2013) e Missão Madrinha de Casamento (2011) estrearam faturando, respectivamente, US$ 29 milhões, US$ 39,1 milhões e US$ 26,2 milhões em solo norte-americano. 


Além disso, segundo as estimativas do site Box Office Mojo, a comédia estrelada pelo quarteto Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Leslie Jones e Kate McKinnon superou a arrecadação inicial de outros aguardados filmes do gênero, entre eles os blockbusters Alice Através do Espelho (US$ 26,8 milhões), Independence Day: O Ressurgimento (US$ 41 milhões) e As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (US$ 35 milhões). Em outras palavras, apesar do alarde nas redes sociais, o público norte-americano parece ter abraçado a proposta feminina defendida por Feig. Uma resposta inicial merecida e necessária, principalmente em função do crescente debate envolvendo a igualdade de gêneros em Hollywood.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Caça-Fantasmas

Nunca julgue um filme pelo trailer


Polêmicas à parte, (as) Caça-Fantasmas é o remake que a cultuada comédia oitentista merecia. Ou melhor, precisava. No auge de uma pertinente discussão social envolvendo a questão do empoderamento feminino em Hollywood, o talentoso diretor Paul Feig resolveu apostar alto, sair da zona de conforto e alterar o status quo de uma poderosa franquia em prol de algo novo e relevante. Indo além da simples troca de gênero, o realizador faz um excepcional uso do 'girl power' ao subverter as fórmulas do longa original, encontrando no novo quarteto de protagonistas o frescor necessário para a construção de um blockbuster empolgante, hilário e inegavelmente necessário. Impulsionado pela química do afiado elenco, pelo incorreto senso de humor e pelo inventivo aspecto visual, Feig brilha ao brincar com os arquétipos do cultuado primeiro longa, conseguindo atualizar a franquia sem precisar descaracteriza-la.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Luto - Morre Hector Babenco


O diretor argentino Hector Babenco faleceu na noite desta quarta-feira (13), aos 70 anos, vítima de uma parada cardíaca. Segundo a produtora Denise Winther, da HB Filmes, o realizador estava internado no Hospital Sírio Libanês para um procedimento cirúrgico e não resistiu ao mal súbito. Nascido em Mar del Plata, na Argentina, Babenco se naturalizou brasileiro em 1977, ano em que lançou o seu primeiro grande sucesso, o popular Lúcio Flávio: Passageiro da Agonia. Estrelado por Reginaldo Faria, Ana Maria Magalhães e Grande Othelo, o longa conquistou quatro Kikitos de Ouro no Festival de Gramado e o Prêmio do Juri no Festival de Cinema de São Paulo. Quatro anos depois, mais precisamente em 1981, Hector Babenco voltaria os holofotes com o lançamento do aclamado Pixote: A Lei do Mais Fraco. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, o filme estrelado por Fernando Ramos da Silva e Marília Pera escancarou a violência nas ruas de São Paulo, se revelando um relato documental e altamente crítico. 


O maior sucesso de sua carreira, no entanto, viria com O Beijo da Mulher Aranha (1985). Numa co-produção Brasil\Estados Unidos, o longa estrelado por Raul Julia e William Hurt acompanha a improvável  relação de amizade entre um prisioneiro de esquerda e um homossexual condenado por "corrupção de menor". Lançado no auge das Ditaduras Militares na América Latina, o filme foi aclamado pela crítica internacional e recebeu quatro indicações ao Oscar (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Adaptado). Destas, apenas Hurt saiu com a estatueta. Com status de estrela em Hollywood, Babenco foi convidado para dirigir Ironweed (1987), um romance dramático estrelado por Jack Nicholson e Meryl Streep. De volta as co-produções internacionais, o diretor comandou o grandioso Brincando nos Campos do Senhor (1991), um drama de três horas de duração estrelado por nomes do porte de Tom Berenger (O Atirador), John Lithgow (Planeta dos Macacos: A Origem), Daryl Hannah (Blade Runner), Aidan Quinn (Lendas da Paixão) e Kathy Bates (Titanic). 



Já em 1998, Hector Babenco lançou Coração Iluminado, um longa autobiográfico motivado pela sua árdua luta contra o câncer linfático. Na trama, após regressar à Argentina para visitar o seu pai doente, Juan (Miguel Angel Sola) descobre que o amor da sua vida ainda está vivo e resolve encontrar o seu paradeiro. Uma belíssima obra. De volta as produções mais críticas, o diretor colocou o dedo na ferida ao reproduzir um dos mais trágicos episódios da história recente de São Paulo: o massacre do Carandiru. Em Carandiru (2003), Babenco voltou aos holofotes internacionais ao construir um relato intimista e visceral, inspirado na obra do médico Drauzio Varella. Impulsionado pelas primorosas atuações de Rodrigo Santoro, Gero Camilo, Milhem Cortaz e Lázaro Ramos, o diretor conseguiu uma indicação para a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi bem recebido pela crítica internacional. Os últimos trabalhos de Hector Babenco foram os menores O Passado (2007) e o recente Meu Amigo Hindu (2015). Este último, aliás, reproduziu o doloroso processo de tratamento do realizador sob um ponto de vista lúdico e ficcional, evidenciando alguns dos seus conflitos mais íntimos. 


Como não podia deixar de ser, a morte do diretor causou uma grande comoção entre os seus parceiros de profissão. Dirigida por Babenco, Sônia Braga usou o seu Facebook para agradecer o apoio do realizador. "O mundo às vezes nos distancia. (...) Acabamos vivendo, na lembrança, dos bons dias que passamos juntos e das alegrias que compartilhamos. Sempre serei grata a Hector pelos dias que passei filmando O Beijo da Mulher Aranha - que o levou, merecidamente, a concorrer ao Oscar. Vou sentir falta deste reencontro. (...) Siga em Paz." revelou a atriz que atualmente mora nos EUA. Comandado pelo realizador em Carandiru, Lázaro Ramos lembrou do estilo de Babenco e do seu forte temperamento. "Babenco é um diretor que desafiava o ator a fazer sempre o seu melhor. Um homem de personalidade forte, responsável por peças fundamentais para o nosso cinema. (...) Descanse em paz", concluiu o ator via Instagram. 


Uma das protagonistas de Meu Amigo Hindu, Maria Fernanda Cândido lembrou da beleza dos seus filmes e o classificou como um dos grandes do cinema. "Um dos gigantes da sétima arte. Diretor que marcou profundamente minha trajetória. Com quem tive a sorte de trabalhar. Seus filmes traduzem a beleza em si. Descansa em paz, Hector". Parceiro de profissão, o diretor Jorge Furtado foi categórico e destacou a relevância do argentino para o cinema nacional. "Hector Babenco foi, na minha opinião, o realizador brasileiro com o maior número de grandes filmes: Pixote, O Beijo da Mulher Aranha, Ironweed, Lucio Flavio, O Rei da Noite, Carandiru, Brincando nos Campos do Senhor. Grande perda para o cinema, num ano que já nos levou Ettore Scola e Abbas Kiarostami." concluiu o diretor de Meu Tio Matou um Cara, Saneamento Básico: O Filme e O Homem que Copiava. 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Rock and Roll e as bandas fictícias mais legais do Cinema


Nesta quarta-feira, 13 de Julho, é celebrado ao redor do mundo o Dia Internacional do Rock. Um gênero musical que, diga-se de passagem, sempre teve vez dentro da sétima arte. Para comemorar esta data roqueira, neste especial do Cinemaniac confira uma lista com algumas das bandas fictícia mais legais do Cinema. Como critério, escolhi apenas os grupos que deram voz a canções originais, músicas que não tenham feito sucesso na voz de qualquer outra banda ou cantor. Dito isso, começamos com...

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